bibi

Migrei do Curso Profissionalizante de Ator pro Curso Superior. Dura a mesma coisa (três anos), mas tenho mais aulas e, além do DRT, tem o famigerado diploma. (Não, não vou fazer aquele comentário de “agora já posso ser preso”)

Tive que fazer uma redação em cima dum texto do Grotowski, enrolei bragarai, mas fui bem. E, como eu sou o rei do lugar-comum, citei Fernanda Montenegro. Eu sempre cito Fernanda Montenegro, preciso parar com isso. Vou trocar por uma mais obscura, tipo Cleide Yáconis.

Antes da prova encontrei dois ex-colegas com quem “estudei” um dia só, os dois super simpáticos, falaram que estavam sentindo a minha falta na sala. Eu, na minha carência retirante, fiquei todo emocionado. Emocionado é exagero, mas deu pra notar que a minha amostração na aula surtiu efeito.

Depois fiquei rodando ali pela São Gabriel, pela Nove de Julho, tentando arranjar um ônibus pra voltar pra casa, mas parece que o Itaim Bibi (existe nome mais ridículo prum bairro? Eu nunca na minha vida vou pronunciar Bibi) discrimina os moradores de Pinheiros. Acabei pegando um táxi, provavelmente o último da minha vida. Não só pela falta de grana, mas porque tive a experiência não muito agradável de ser paquerado por um pedinte-pueta. Ele recitou uma poesia, pediu pra eu pagar a mensalidade da faculdade dele (hahaha) e, após a minha recusa, perguntou onde eu morava e me deu o e-mail dele. Se alguém aí gosta de um pueta literalmente sujo, desculpa, mas eu só lembro que o e-mail era do Bol.

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